terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Exercitar músculos pode não alterar o peso, mas faz diminuir as medidas


Corpo saudável deve ter 80% de músculos e apenas 20% de gordura. Duas pessoas podem ter mesmo peso, mas uma ter mais músculos que outra. 


Para ser saudável e resistente, o corpo deve ter de 80% a 82% de músculos e apenas de 18% a 20% de gorduras. Ter a musculatura forte e desenvolvida é importante para sustentar os ossos e prevenir fraturas, como explicaram os médicos do esporte Gustavo Magliocca e Fernanda Lima.




     Ao exercitar os músculos, a pessoa pode continuar com o mesmo peso, mas pode perder medidas. Dois indivíduos que pesam o mesmo número podem ter a aparência diferente e isso significa que um tem mais músculos do que o outro, como mostra o infográfico abaixo. A gordura ocupa mais espaço no corpo e pode se concentrar na barriga, por exemplo.

    Estudos recentes mostram que exercitar a musculatura estimula a produção de substâncias que defendem o organismo de invasores e ainda aumenta a produção de hormônios que auxiliam no metabolismo da glicose e das gorduras.
     Além disso, ter os músculos desenvolvidos garante um envelhecimento ativo, com mais autonomia e também uma melhora na autoestima já que ajudam no contorno do corpo.
   Porém, é importante alertar que o desenvolvimento muscular é diferente para cada pessoa e depende muito de fatores genéticos, do biotipo e também da quantidade de fibras musculares do corpo.


Fibras do tipo 1 são aeróbias, de pouca força e resistência; já fibras do tipo 2 têm ação rápida, de força e explosão – quem tem mais o primeiro tipo consegue desenvolver mais os músculos. A atividade mais eficiente nesse processo é a musculação, porém qualquer exercício de força pode aumentar a massa muscular, também conhecida como massa magra.



Existem opções dentro da musculação que oferecem menos riscos às articulações, como os aparelhos pneumáticos que visam preservar a saúde dos músculos, não desenvolvê-los, e também os exercícios funcionais, que causam desequilíbrio e exigem controle e força muscular, como os que utilizam bolas, por exemplo.



Pessoas que têm entre 20 e 35 anos estão no auge do desenvolvimento muscular do corpo. A partir dessa idade, tanto o homem como a mulher começam a ter uma perda gradual, principalmente se forem sedentários. Se não se exercitarem, essas pessoas correm o risco de desenvolver a sarcopenia, uma doença provocada pela perda da massa magra e da função muscular.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Estresse é tão prejudicial para o coração quanto fumar cinco cigarros por dia

Pesquisa sugere que pessoas que se classificaram como ansiosas e oprimidas eram 27% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco. 


Cientistas da Columbia University Medical Center, nos EUA, descobriram que o estresse é tão prejudicial para o coração quanto fumar cinco cigarros por dia.

A pesquisa sugere que pessoas que se classificaram como ansiosas e oprimidas eram 27% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco.

Os pesquisadores analisaram seis estudos anteriores em que cerca de 120 mil participantes foram questionados sobre sua percepção do estresse com perguntas como "o quanto estressado você se sente?" e "com que frequência você fica estressado?".

Os grupos foram separados em pontuações de estresse altas e baixas e, em seguida, acompanhados por 14 anos para o monitoramento do número de ataques cardíacos.

Os resultados mostraram que aqueles que foram os mais estressados eram 27% mais propensos a ter um ataque cardíaco.

Em comparação com os tradicionais fatores de risco cardiovasculares, o estresse elevado proporciona um aumento moderado do risco de doença coronariana de forma equivalente, por exemplo, a um aumento de 50 mg / dL nos níveis de colesterol LDL, aumento de 2.7/1.4 mmHg na pressão arterial ou fumar cinco cigarros a mais por dia.

Os pesquisadores fizeram uma análise mais aprofundada para tentar aprender o que pode desassociar a relação entre estresse e doenças cardíacas. Eles descobriram que o sexo não foi um fator significativo, enquanto a idade foi.

Entre as pessoas mais velhas, a relação entre estresse e doença arterial coronariana foi mais forte, sugerindo que os efeitos do estresse se acumulam ao longo do tempo.

Eles também observaram que as pessoas mais velhas tendem a ter piores fatores de risco como pressão alta e colesterol elevado e que o estresse pode interagir com esses fatores de risco para desencadear um ataque cardíaco.

"Essas descobertas são significativas porque são aplicáveis a quase todas as pessoas. A conclusão principal é que como as pessoas se sentem é importante para a saúde do coração, então qualquer coisa que elas possam fazer para reduzir o estresse pode melhorar a saúde cardíaca no futuro", afirma o autor da pesquisa Safiya Richardson. 

Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/fisiologia/24433-estresse-e-tao-prejudicial-para-o-coracao-quanto-fumar-cinco-cigarros-por-dia

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Alimentos integrais aumentam a saciedade e são grandes aliados na perda de peso

     Os alimentos integrais (grãos e cereais que não passaram por nenhum processo de refinação) são uma excelente forma de manter a saúde em dia e também a silhueta. 



       Segundo Marisa Bailer, nutricionista do hospital Samaritano de São Paulo, esses tipos de alimentos são fonte de fibras insolúveis, que aumentam a saciedade. "Desta forma, será retardada a sensação de fome, favorecendo a perda de peso", explica ela. Além disso, os integrais evitam o pico glicêmico (elevação rápida do açúcar no sangue após a ingestão), por isso são indicados para quem tem diabetes.


    Em excesso, ainda, os alimentos integrais podem causar desconforto intestinal. "As fibras são fermentadas no intestino grosso. O excesso leva a uma fermentação maior, podendo causar gases e distensão do abdômen", aponta Borges.

Leia masi: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/nutricao-hidratacao/24253-alimentos-integrais-aumentam-a-saciedade-e-sao-grandes-aliados-na-perda-de-peso

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Comer pode aumentar sua produtividade

A ciência é incrível. Biologicamente falando, você tem a chance de se renovar totalmente a cada sete anos: nesse período, cada uma de suas células é trocada por outras que seu corpo produziu. 

Alimento e cérebro

Diferentes ingredientes entram no cérebro de formas diferentes. Eles podem lhe ajudar tanto a se concentrar, quanto a perder o foco.

Tudo o que comemos, no fim, será “quebrado” a uma coisa: glicose. A glicose é o nosso combustível, o que mantém o nosso cérebro acordado e em alerta. Sendo assim, em todos os momentos, temos um certo nível de glicose no sangue.

Outro fator importante são os seus níveis de leptina. A leptina sinaliza para o cérebro o quão satisfeito você está. Um donut não vai sinalizar para seu cérebro que você já está cheio por um longo tempo, enquanto o contrário ocorre com a aveia.

Onde, quando e com quem

É importante conhecer os potenciais (bons ou ruins) dos alimentos, mas o contexto no momento de comer também tem um impacto igualmente poderoso no que escolhemos comer, e, portanto, na nossa produtividade.

Por fim, uma boa maneira de sempre alimentar o cérebro com combustível, mas não comer demais, é fazer três refeições diárias menores (use os pratos menores!) com dois lanches saudáveis no meio, específicos para manter o cérebro em plena velocidade. Desta forma, você não tem que mudar muito seus hábitos, e ainda aumentar sua produtividade. 

Leia mais:http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/nutricao-hidratacao/24325-comer-pode-aumentar-sua-produtividade

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Um refrigerante por dia aumenta em 40% seu risco de câncer de próstata

Já citamos várias razões para largar o refrigerante aqui: eles podem prejudicar o esperma, causar problemas musculares, engordam, causam envelhecimento precoce, aumenta o risco de câncer de pâncreas e, além de tudo, viciam. 

Agora você tem mais um motivo para trocar a Coca-Cola comum pela versão sem açúcar ou pelo suco natural. Um novo estudo sueco sugere que homens que tomam um refrigerante por dia (330 ml, pouco menos do que uma lata) podem aumentar em 40% o risco de desenvolver formas graves de câncer de próstata.

Pesquisadores da Universidade de Lund (Suécia) examinaram minunciosamente a dieta de mais de 8 mil homens entre 45 e 73 anos por 15 anos, em média. “Entre os homens que consomem uma grande quantidade de refrigerantes ou outras bebidas com adição de açúcar, constatamos um risco de câncer de próstata aproximadamente 40% maior”, disse uma das autoras do estudo, Isabel Drake.

A partir da análise da dieta masculina, os pesquisadores suecos também descobriram que uma dieta rica em carboidratos, com arroz e massas, aumentou em 31% o risco de contrair formas mais leves de câncer de próstata – que muitas vezes não exigem tratamento. Comer muito açúcar no café da manhã (como cereais açucarados) aumentou esse índice para 38%.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que imigrantes chineses e japoneses que viviam nos Estados Unidos, o maior consumidor de refrigerantes do mundo, desenvolviam câncer de próstata com mais frequência do que os compatriotas que permaneceram em seu país.

As mulheres também têm muitos motivos para parar de tomar refrigerante. Além de todos os problemas citados acima, o consumo da bebida aumenta em 80% o risco de acidente vascular cerebral em mulheres.

Leia mais:  http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/nutricao-hidratacao/24257-um-refrigerante-por-dia-aumenta-em-40-seu-risco-de-cancer-de-prostata

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


Musculação pode ser feita no mesmo dia do treino de corrida


Programe sessões de fortalecimento para membros inferiores antes de corridas leves e de curta duração. E faça musculação para a parte do tronco junto a corridas mais intensas.






Você pode sim planejar a musculação para os mesmos dias da corrida desde que dose bem a intensidade e o tipo dos exercícios. "Não há problema em correr e, em seguida, trabalhar membros superiores, abdômen e lombar. Ou então treinar membros inferiores na musculação e partir para a corrida depois, desde que ela não seja intensa nem muito longa", orienta Nelson Evêncio, diretor-técnico da assessoria esportiva homônima e presidente da ATC (Associação de Treinadores de Corrida de São Paulo), ressaltando que é necessário ficar atento à alimentação, para repor a energia de acordo com o tempo de duração das atividades.

Reserve cerca de 40 minutos para a musculação e nunca programe o fortalecimento de pernas junto a sessões mais fortes de corrida, pois isso poderá comprometer as estruturas do corpo, desgastando-as em excesso. E lembre-se: "Não faça alongamentos antes do treino de força, apenas aqueça a musculatura. Além disso, sempre aumente a carga dos exercícios gradualmente", pontua Evêncio. Após a prática, faça um alongamento leve somente para descontrair os músculos. O ideal é reservar dias específicos para o alongamento.

terça-feira, 24 de julho de 2012

TREINANDO PARA O VERÃO



Estamos chegando ao período do ano onde “ainda dá tempo de conseguir resultados para o verão”. É nesta época que as academias lotam repentinamente, criam-se novas turmas e modalidades esportivas e de ginástica, as lojas de suplementação, produtos esportivos e de vestuário vendem acima da média, a indústria nutricional cria novas estratégias de alimentos e de suplementos, as clínicas estéticas faturam na ambição estética dos clientes, e assim por diante.  A não ser que o sujeito já se encontre em um nível de condicionamento avançado, ou beneficiado por uma genética diferenciada, não serão três meses intensivos que irão modificar um perfil formado ao longo de um ano de inatividade. Eu particularmente acredito na proporção justa entre o tempo de inatividade (incluindo a ausência de exercícios físicos, costumes alimentares errados, e hábitos de vida descomprometidos com a saúde) e o tempo estimado para voltar ao nível físico inicial. Ou seja, três meses de treinamento não se equivalem a nove meses de sedentarismo, no que diz respeito a resultados estéticos.

  Eu desconheço a realidade das academias e centros de treinamento nos diversos cantos do país. Mas na região que estou situado, o inverno rigorosamente frio e chuvoso contribui para a falta de persistência dos interessados em freqüentar uma academia. Porém, nesta época do ano que nos encontramos, as temperaturas ficam mais agradáveis ao exercício, sendo então, o marco inicial de muitas pessoas que buscam resultados para o verão, onde o corpo acaba por ficar mais à mostra.

  Não julgo mal o desejo em estar bem fisicamente para o verão, para as férias, para uma viagem, para uma formatura. Mas as experiências mostram que há de se ter consciência em relação à dificuldade em modificar uma estrutura a curto prazo. São pessoas deste perfil que acabam por difundir um lado negativista do exercício físico, com profecias como: só fazer exercícios não adianta nada, que dieta não emagrece, que só musculação não hipertrofia, que correr é perda de tempo, que suplemento não é bom, entre outras. Apesar de que – em uma situação imediatista como esta – eu também não acredito em resultados extremos e êxito estético. O treinamento traz resultados satisfatórios sim, mas somente quando aliado à paciência, persistência e consciência.

  Portanto, se você pretende procurar uma academia nesta época do ano, eu não vou lhe desencorajar. Comece agora, mas não pare no fim do ano. Treine agora, mas não inveje os resultados de quem treinou o ano todo, compre seu suplemento, mas não credite os resultados alheios aos anabolizantes, utilize seus equipamentos e espaço físico na academia, mas não atrapalhe quem precisa destes mesmos para concluir um trabalho iniciado muito antes do seu. Se você der continuidade, um dia estará do outro lado, e satisfeito com as conquistas que o treino pode proporcionar.

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