Entenda os prós e contras da alimentação hiperprotéica.
Conhecida como hiperprotéica, a dieta da proteína tem se tornado popular por auxiliar na perda de peso. No entanto, vale ressaltar que uma dieta feita sem orientação pode ser prejudicial para a saúde, ainda que resulte no emagrecimento. No caso da dieta de proteína, um dos principais malefícios está ligado ao bom funcionamento do cérebro: na falta de carboidratos, a energia fornecida ao órgão pode ser resultante da degradação de proteínas em outras áreas do corpo, como músculos, e até mesmo de gorduras (corpos cetônicos), causando falta de concentração, irritabilidade, dores de cabeça, confusão mental e até desmaios.
Esta dieta é caracterizada pela presença de proteínas em todas as refeições, incluindo lanchinhos extras (intermediários), com maior concentração de proteína e menor concentração de carboidratos. Já a dieta tradicional contém todos estes grupos de maneira equilibrada. Por conta disso, nenhuma dieta restritiva deve ser feita com corte total de carboidrato ou outro grupo alimentar, para que não acarrete em riscos para a saúde.
A dieta hiperprotéica, ao pé da letra, proíbe o carboidrato e é baseada em proteína e gordura. E dietas com alta ingestão de gordura (hiperlipídica) podem gerar problemas como o aumento do triglicérides, ainda que tenha gorduras de boa qualidade. Caso a gordura ingerida seja saturada - de origem animal - a dieta pode alterar os níveis de colesterol sanguíneo (LDL). Além disso, se feita por períodos prolongados, o individuo termina apresentando cansaço físico e mental, dores de cabeça, além de um desejo por doce para suprir a carência a nível cerebral, já que o carboidrato é a fonte de energia utilizada para o bom funcionamento do cérebro.
Além disso, a dieta da proteína não é indicada para qualquer pessoa. Quem tem problema renal, por exemplo, precisa ter maior cuidado com o excesso de proteína. Por isso, o ideal é que um profissional seja consultado antes da adoção de qualquer tipo de restrição alimentar, pois só ele saberá indicar qual é o melhor tipo de alimentação de acordo com cada indivíduo.
O ideal é dosar a quantidade de cada grupo alimentar de acordo com cada caso. Uma dieta equilibrada e monitorada pode até conter períodos hiperprotéicos, que intensificarão a perda de peso por solicitar um maior gasto energético durante a digestão, porém devem ter sua quantidade de carboidratos ajustada, para garantir um bom funcionamento cerebral e também para que não ocorra perda de peso predominante em músculo em vez de gordura corporal. Neste caso, o resultado também é bastante positivo: já no primeiro mês de dieta é possível ver o resultado com alterações nas medidas e não na balança.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/nutricao-hidratacao/25197-dieta-da-proteina-aumenta-triglicerides-e-favorece-problemas-renais-
sábado, 20 de abril de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Mulheres ganham nova fórmula para frequência cardíaca
A fórmula clássica para calcular a frequência cardíaca (batimentos por minuto) máxima
A fórmula clássica para calcular a frequência cardíaca (batimentos por minuto) máxima e nortear exercícios não serve para mulheres.
É o que concluiu um grupo da Universidade Northwestern, em Chicago, que há 18 anos estuda o coração do público feminino.
Há 40 anos, a frequência cardíaca máxima (FCM) é definida por uma conta simples: 220 menos a idade da pessoa. O resultado condiz com o que foi observado em pesquisas populacionais.
O problema é que a participação de mulheres nessas antigas pesquisas era mínima. Por isso, os dados não são precisos, diz a coordenadora do novo estudo, a cardiologista Martha Gulat.
Em entrevista à Folha, Gulat diz que a fórmula deve se tornar padrão. "Não somos "homens em tamanho menor", e até hoje não havia dados sobre mulheres em relação à frequência cardíaca. Fizemos um grande estudo e as evidências são muito fortes."
Publicado no "Circulation", da Sociedade Americana do Coração, o estudo incluiu 5.500 mulheres. E concluiu que a FCM da mulher é entre oito e dez batimentos/ minuto menor do que a do homem da mesma idade.
"Sabendo sua FCM de forma precisa, a mulher pode atingir os objetivos pretendidos com o treino", diz Gulat.
A cardiologista também diz que o novo padrão permite diagnósticos mais realistas no teste de esforço (eletrocardiograma na esteira).
Segundo Turíbio Leite, professor de medicina do esporte da Unifesp, esse é o primeiro estudo avaliando diferenças de gênero na FCM. "Tem fundamento, mas não sei como será a aplicação."
A maior dificuldade, segundo Gulat, é fazer o cálculo: 206 menos 88% da idade. "Uma calculadora resolve. Estamos preparando um aplicativo para iPhone e internet", conta ela.
CÁLCULO DEIXA TREINO MAIS SEGURO
Leia mais:http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/avaliacao-fisica/7452-mulheres-ganham-nova-formula-para-frequencia-cardiaca
É o que concluiu um grupo da Universidade Northwestern, em Chicago, que há 18 anos estuda o coração do público feminino.
Há 40 anos, a frequência cardíaca máxima (FCM) é definida por uma conta simples: 220 menos a idade da pessoa. O resultado condiz com o que foi observado em pesquisas populacionais.
O problema é que a participação de mulheres nessas antigas pesquisas era mínima. Por isso, os dados não são precisos, diz a coordenadora do novo estudo, a cardiologista Martha Gulat.
Em entrevista à Folha, Gulat diz que a fórmula deve se tornar padrão. "Não somos "homens em tamanho menor", e até hoje não havia dados sobre mulheres em relação à frequência cardíaca. Fizemos um grande estudo e as evidências são muito fortes."
Publicado no "Circulation", da Sociedade Americana do Coração, o estudo incluiu 5.500 mulheres. E concluiu que a FCM da mulher é entre oito e dez batimentos/ minuto menor do que a do homem da mesma idade.
"Sabendo sua FCM de forma precisa, a mulher pode atingir os objetivos pretendidos com o treino", diz Gulat.
A cardiologista também diz que o novo padrão permite diagnósticos mais realistas no teste de esforço (eletrocardiograma na esteira).
Segundo Turíbio Leite, professor de medicina do esporte da Unifesp, esse é o primeiro estudo avaliando diferenças de gênero na FCM. "Tem fundamento, mas não sei como será a aplicação."
A maior dificuldade, segundo Gulat, é fazer o cálculo: 206 menos 88% da idade. "Uma calculadora resolve. Estamos preparando um aplicativo para iPhone e internet", conta ela.
CÁLCULO DEIXA TREINO MAIS SEGURO
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Erros mais comuns na musculação - Saiba quais são eles e evite
Os erros durante a prática de atividade física são mais comuns do que se imagina.
É fácil encontrar na academia pessoas que realizam os exercícios de forma incorreta, seja pela execução errada do exercício, excesso de carga, forma de segurar nos equipamentos, velocidade do movimento ou até mesmo pela postura. Porém, para garantir um resultado seguro, é preciso estar atento a esses erros e evitá-los. Dessa forma, além de conquistar um corpo em forma mais rápido, também evita o risco de lesões.
Praticar atividade física com segurança é tão importante quanto fazê-la regularmente. No entanto, alguns cuidados são deixados de lado na busca de resultados imediatos. A consequência? Lesões graves nos músculos e articulações. Com esses deslizes, o hábito que deveria trazer benefícios acabam fazendo mal a saúde.
Segundo Marcelo Rodrigo, profissional de educação física da Smart Fit/ São Paulo, alguns exercícios são campeões tanto em resultado quanto em erros de execução. “Pegar mais peso do que aguenta, fazer um intervalo entre as séries maior do que indicado e realizar menos repetições do que o professor indica são alguns dos principais deslizes”, afirma Marcelo. Atenção! Identificar e corrigir esses erros irá fazer total diferença no resultado do treino.
Principais erros:
1. Executar os exercícios de maneira errada por ter vergonha de perguntar ao professor o jeito certo de fazê-los;
2. Não ajustar os aparelhos de acordo com seu biotipo;
3. Acelerar as repetições entre as séries;
4. Sempre fazer a mesma série de exercícios;
5. Pegar mais pesos do que aguenta
Malhar intensamente e com frequência, seguir uma série que não condiz com seu condicionamento físico ou não aumentar progressivamente a intensidade dos exercícios pode causar lesões ou até mesmo problemas mais sérios, como um infarto.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/musculacao/23704-erros-mais-comuns-na-musculacao-saiba-quais-sao-eles-e-evite
É fácil encontrar na academia pessoas que realizam os exercícios de forma incorreta, seja pela execução errada do exercício, excesso de carga, forma de segurar nos equipamentos, velocidade do movimento ou até mesmo pela postura. Porém, para garantir um resultado seguro, é preciso estar atento a esses erros e evitá-los. Dessa forma, além de conquistar um corpo em forma mais rápido, também evita o risco de lesões.
Praticar atividade física com segurança é tão importante quanto fazê-la regularmente. No entanto, alguns cuidados são deixados de lado na busca de resultados imediatos. A consequência? Lesões graves nos músculos e articulações. Com esses deslizes, o hábito que deveria trazer benefícios acabam fazendo mal a saúde.
Segundo Marcelo Rodrigo, profissional de educação física da Smart Fit/ São Paulo, alguns exercícios são campeões tanto em resultado quanto em erros de execução. “Pegar mais peso do que aguenta, fazer um intervalo entre as séries maior do que indicado e realizar menos repetições do que o professor indica são alguns dos principais deslizes”, afirma Marcelo. Atenção! Identificar e corrigir esses erros irá fazer total diferença no resultado do treino.
Principais erros:
1. Executar os exercícios de maneira errada por ter vergonha de perguntar ao professor o jeito certo de fazê-los;
2. Não ajustar os aparelhos de acordo com seu biotipo;
3. Acelerar as repetições entre as séries;
4. Sempre fazer a mesma série de exercícios;
5. Pegar mais pesos do que aguenta
Malhar intensamente e com frequência, seguir uma série que não condiz com seu condicionamento físico ou não aumentar progressivamente a intensidade dos exercícios pode causar lesões ou até mesmo problemas mais sérios, como um infarto.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/musculacao/23704-erros-mais-comuns-na-musculacao-saiba-quais-sao-eles-e-evite
Espelhos para corrigir erros e não para admirar o corpo, explicam professores
Nas academias, objetos ajudam na execução correta dos exercícios e a evitar contusões. Em Manaus, professores de musculação revelam os erros mais comuns.
Espelho, espelho meu, existe alguém mais forte e sarado do que eu? Pode até parecer brincadeira, mas a função dos espelhos nas academias foi ignorada pela busca estética do corpo perfeito. Em Manaus, professores de musculação revelam os erros mais comuns, além do uso do espelho para conferir o visual.
Um dos erros mais cometidos, principalmente nessa época do ano em que começa a correria pela boa forma, é o descuido com a postura. E para evitar lesões com a prática errada de exercícios, o especialista em musculação e treinamento de força, Carlos Fernandes, avisa: “os espelhos não servem apenas para ver se o cabelo está penteado, se a maquiagem está borrada ou se a roupa está combinando”.
No Cagin Clube, zona sul de Manaus, o professor Thiago Luiz Reis, 24, observou dois tipos de alunos predominantes na hora da malhação: os que desejam ficar ‘grandes’, entenda-se musculosos, e os que querem emagrecer. “A maioria faz musculação e malha mais pela estética. Tanto que alguns espelhos de academias aumentam mais (a massa corporal) do lado onde se concentram mais os homens e outros afinam na parte das mulheres. É tudo proposital, mas é mais para motivar”, comentou Reis.
O truque da ilusão é habitual em academias e também está presente na Companhia Atala, zona centro-sul da cidade. “É motivacional. Tudo para incentivar. A pessoa fica mais empenhada quando percebe que pode dar resultados. Mas às vezes o espelho fica desajustado com o tempo e precisa ser trocado”, justificou o professor de musculação Rômulo Coelho Ferreira.
Para não pensar apenas na vaidade, os preparadores físicos aconselham a dar mais atenção na forma de executar os exercícios. “Com o espelho, o aluno pode se autoajustar e fazer tudo corretamente. Afinal, como vai saber que está subindo mais um peso do que outro? Como é no caso do cross over (que trabalha o peitoral)”, exemplificou Ferreira.
Thiago Reis reforça a utilidade do espelho. “Orientamos desde o início o aluno sem experiência na parte de musculação a executar corretamente os exercícios. Os espelhos entram, justamente, para auxiliar na posição correta do corpo e evitar lesões prematuras ao longo do tempo”, afirmou.
Fora as aulas de aeróbica, a musculação não deve ser praticada sem uma olhada no espelho. “Cross over, agachamento, desenvolvimento no ombro, glúteos com caneleiras, rosca direta (bíceps), entre outros, são indispensáveis ficar de olho na execução”, citou Vinícius.
Evitando a manobra de Valsalva
Além da importância de realizar atividades físicas sob orientação de um profissional, os frequentadores precisam ficar atentos a outros detalhes.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/musculacao/24241-espelhos-para-corrigir-erros-e-nao-para-admirar-o-corpo-explicam-professores
Espelho, espelho meu, existe alguém mais forte e sarado do que eu? Pode até parecer brincadeira, mas a função dos espelhos nas academias foi ignorada pela busca estética do corpo perfeito. Em Manaus, professores de musculação revelam os erros mais comuns, além do uso do espelho para conferir o visual.
Um dos erros mais cometidos, principalmente nessa época do ano em que começa a correria pela boa forma, é o descuido com a postura. E para evitar lesões com a prática errada de exercícios, o especialista em musculação e treinamento de força, Carlos Fernandes, avisa: “os espelhos não servem apenas para ver se o cabelo está penteado, se a maquiagem está borrada ou se a roupa está combinando”.
No Cagin Clube, zona sul de Manaus, o professor Thiago Luiz Reis, 24, observou dois tipos de alunos predominantes na hora da malhação: os que desejam ficar ‘grandes’, entenda-se musculosos, e os que querem emagrecer. “A maioria faz musculação e malha mais pela estética. Tanto que alguns espelhos de academias aumentam mais (a massa corporal) do lado onde se concentram mais os homens e outros afinam na parte das mulheres. É tudo proposital, mas é mais para motivar”, comentou Reis.
O truque da ilusão é habitual em academias e também está presente na Companhia Atala, zona centro-sul da cidade. “É motivacional. Tudo para incentivar. A pessoa fica mais empenhada quando percebe que pode dar resultados. Mas às vezes o espelho fica desajustado com o tempo e precisa ser trocado”, justificou o professor de musculação Rômulo Coelho Ferreira.
Para não pensar apenas na vaidade, os preparadores físicos aconselham a dar mais atenção na forma de executar os exercícios. “Com o espelho, o aluno pode se autoajustar e fazer tudo corretamente. Afinal, como vai saber que está subindo mais um peso do que outro? Como é no caso do cross over (que trabalha o peitoral)”, exemplificou Ferreira.
Thiago Reis reforça a utilidade do espelho. “Orientamos desde o início o aluno sem experiência na parte de musculação a executar corretamente os exercícios. Os espelhos entram, justamente, para auxiliar na posição correta do corpo e evitar lesões prematuras ao longo do tempo”, afirmou.
Fora as aulas de aeróbica, a musculação não deve ser praticada sem uma olhada no espelho. “Cross over, agachamento, desenvolvimento no ombro, glúteos com caneleiras, rosca direta (bíceps), entre outros, são indispensáveis ficar de olho na execução”, citou Vinícius.
Evitando a manobra de Valsalva
Além da importância de realizar atividades físicas sob orientação de um profissional, os frequentadores precisam ficar atentos a outros detalhes.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/fitness/canais-fitness/musculacao/24241-espelhos-para-corrigir-erros-e-nao-para-admirar-o-corpo-explicam-professores
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Banho de sol pode trazer benefícios para as articulações
Na beira da piscina ou de frente para o mar, ficar exposto ao sol pode fazer bem para as articulações.
Um novo estudo publicado pela organizaçãoAnnals of the Rheumatic Diseases, afirma isso. Para chegar a essa conclusão, a pesquisa acompanhou a saúde de mais de 120 mil enfermeiras americanas, com idade entre 30 a 55 anos. No Reino Unido, a artrite reumatoide (doença autoimune que inflama as articulações) é uma das patologias que mais atingem as mulheres.
Cerca de 300 mil pessoas sofrem da doença, e as mulheres têm três vezes mais chances de desenvolvê-la. De 1976 até 2008, os pesquisadores acompanharam os banhos de sol das voluntárias e mediram a radiação de raios UVB de acordo com latitude, altitude e acúmulo de nuvens. Cerca de 1314 mulheres desenvolveram a doença durante a pesquisa, porém as que possuíam o hábito de se expor ao sol tiveram um quinto a menos de chance de terem a artrite.
Os pesquisadores afirmam que o lugar onde se reside pode influenciar, já que as mulheres que desenvolveram a doença não tinham um local adequado para realizar banhos de sol. No entanto, o uso de protetor solar pode minimizar os efeitos do sol, porém não significa que não deva ser usado.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Exercitar músculos pode não alterar o peso, mas faz diminuir as medidas
Corpo saudável deve ter 80% de músculos e apenas 20% de gordura. Duas pessoas podem ter mesmo peso, mas uma ter mais músculos que outra.
Para ser saudável e resistente, o corpo deve ter de 80% a 82% de músculos e apenas de 18% a 20% de gorduras. Ter a musculatura forte e desenvolvida é importante para sustentar os ossos e prevenir fraturas, como explicaram os médicos do esporte Gustavo Magliocca e Fernanda Lima.
Ao exercitar os músculos, a pessoa pode continuar com o mesmo peso, mas pode perder medidas. Dois indivíduos que pesam o mesmo número podem ter a aparência diferente e isso significa que um tem mais músculos do que o outro, como mostra o infográfico abaixo. A gordura ocupa mais espaço no corpo e pode se concentrar na barriga, por exemplo.
Estudos recentes mostram que exercitar a musculatura estimula a produção de substâncias que defendem o organismo de invasores e ainda aumenta a produção de hormônios que auxiliam no metabolismo da glicose e das gorduras.
Além disso, ter os músculos desenvolvidos garante um envelhecimento ativo, com mais autonomia e também uma melhora na autoestima já que ajudam no contorno do corpo.
Porém, é importante alertar que o desenvolvimento muscular é diferente para cada pessoa e depende muito de fatores genéticos, do biotipo e também da quantidade de fibras musculares do corpo.
Fibras do tipo 1 são aeróbias, de pouca força e resistência; já fibras do tipo 2 têm ação rápida, de força e explosão – quem tem mais o primeiro tipo consegue desenvolver mais os músculos. A atividade mais eficiente nesse processo é a musculação, porém qualquer exercício de força pode aumentar a massa muscular, também conhecida como massa magra.
Existem opções dentro da musculação que oferecem menos riscos às articulações, como os aparelhos pneumáticos que visam preservar a saúde dos músculos, não desenvolvê-los, e também os exercícios funcionais, que causam desequilíbrio e exigem controle e força muscular, como os que utilizam bolas, por exemplo.
Pessoas que têm entre 20 e 35 anos estão no auge do desenvolvimento muscular do corpo. A partir dessa idade, tanto o homem como a mulher começam a ter uma perda gradual, principalmente se forem sedentários. Se não se exercitarem, essas pessoas correm o risco de desenvolver a sarcopenia, uma doença provocada pela perda da massa magra e da função muscular.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Estresse é tão prejudicial para o coração quanto fumar cinco cigarros por dia
Pesquisa sugere que pessoas que se classificaram como ansiosas e oprimidas eram 27% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco.
Cientistas da Columbia University Medical Center, nos EUA, descobriram que o estresse é tão prejudicial para o coração quanto fumar cinco cigarros por dia.
A pesquisa sugere que pessoas que se classificaram como ansiosas e oprimidas eram 27% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco.
Os pesquisadores analisaram seis estudos anteriores em que cerca de 120 mil participantes foram questionados sobre sua percepção do estresse com perguntas como "o quanto estressado você se sente?" e "com que frequência você fica estressado?".
Os grupos foram separados em pontuações de estresse altas e baixas e, em seguida, acompanhados por 14 anos para o monitoramento do número de ataques cardíacos.
Os resultados mostraram que aqueles que foram os mais estressados eram 27% mais propensos a ter um ataque cardíaco.
Em comparação com os tradicionais fatores de risco cardiovasculares, o estresse elevado proporciona um aumento moderado do risco de doença coronariana de forma equivalente, por exemplo, a um aumento de 50 mg / dL nos níveis de colesterol LDL, aumento de 2.7/1.4 mmHg na pressão arterial ou fumar cinco cigarros a mais por dia.
Os pesquisadores fizeram uma análise mais aprofundada para tentar aprender o que pode desassociar a relação entre estresse e doenças cardíacas. Eles descobriram que o sexo não foi um fator significativo, enquanto a idade foi.
Entre as pessoas mais velhas, a relação entre estresse e doença arterial coronariana foi mais forte, sugerindo que os efeitos do estresse se acumulam ao longo do tempo.
Eles também observaram que as pessoas mais velhas tendem a ter piores fatores de risco como pressão alta e colesterol elevado e que o estresse pode interagir com esses fatores de risco para desencadear um ataque cardíaco.
"Essas descobertas são significativas porque são aplicáveis a quase todas as pessoas. A conclusão principal é que como as pessoas se sentem é importante para a saúde do coração, então qualquer coisa que elas possam fazer para reduzir o estresse pode melhorar a saúde cardíaca no futuro", afirma o autor da pesquisa Safiya Richardson.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/fisiologia/24433-estresse-e-tao-prejudicial-para-o-coracao-quanto-fumar-cinco-cigarros-por-dia
Cientistas da Columbia University Medical Center, nos EUA, descobriram que o estresse é tão prejudicial para o coração quanto fumar cinco cigarros por dia.
A pesquisa sugere que pessoas que se classificaram como ansiosas e oprimidas eram 27% mais propensas a sofrer um ataque cardíaco.
Os pesquisadores analisaram seis estudos anteriores em que cerca de 120 mil participantes foram questionados sobre sua percepção do estresse com perguntas como "o quanto estressado você se sente?" e "com que frequência você fica estressado?".
Os grupos foram separados em pontuações de estresse altas e baixas e, em seguida, acompanhados por 14 anos para o monitoramento do número de ataques cardíacos.
Os resultados mostraram que aqueles que foram os mais estressados eram 27% mais propensos a ter um ataque cardíaco.
Em comparação com os tradicionais fatores de risco cardiovasculares, o estresse elevado proporciona um aumento moderado do risco de doença coronariana de forma equivalente, por exemplo, a um aumento de 50 mg / dL nos níveis de colesterol LDL, aumento de 2.7/1.4 mmHg na pressão arterial ou fumar cinco cigarros a mais por dia.
Os pesquisadores fizeram uma análise mais aprofundada para tentar aprender o que pode desassociar a relação entre estresse e doenças cardíacas. Eles descobriram que o sexo não foi um fator significativo, enquanto a idade foi.
Entre as pessoas mais velhas, a relação entre estresse e doença arterial coronariana foi mais forte, sugerindo que os efeitos do estresse se acumulam ao longo do tempo.
Eles também observaram que as pessoas mais velhas tendem a ter piores fatores de risco como pressão alta e colesterol elevado e que o estresse pode interagir com esses fatores de risco para desencadear um ataque cardíaco.
"Essas descobertas são significativas porque são aplicáveis a quase todas as pessoas. A conclusão principal é que como as pessoas se sentem é importante para a saúde do coração, então qualquer coisa que elas possam fazer para reduzir o estresse pode melhorar a saúde cardíaca no futuro", afirma o autor da pesquisa Safiya Richardson.
Leia mais: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/ciencia-ef/canais-cienciaef/fisiologia/24433-estresse-e-tao-prejudicial-para-o-coracao-quanto-fumar-cinco-cigarros-por-dia
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